26 OUT
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First Breath After Coma

Depois da nomeação para melhor disco europeu com "Drifter" e de quatro digressões europeias, os First Breath After Coma regressam com o terceiro disco, "NU", editado a 1 de Março de 2019, pela Omnichord Records e precedido dos singles "Heavy" e "Change".

Sem medo de explorar e arriscar o seu universo sonoro, “NU”, é uma revolução na sonoridade deste projecto ímpar no panorama musical nacional.

Este é muito mais que um disco, é um álbum visual com todos os temas a ganharem imagens pelo olhar único da CASOTA Collective, num alinhamento narrativo com Rui Paixão (performer português que integra o Cirque Du Soleil) como personagem principal.

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Lonz Dale's Fantasy

Lonz Dale´s Fantasy é um duo do Porto formado em 2018 que nasceu graças a ambos pertencerem a
outra banda do Porto, Sereias.
São constituídos por Nils Meisel (banjo, electrónica) e Kenneth Stitt (voz, performance) e fazem uma
electrónica dançável e extremamente performativa com influências de punk, de Suicide, hip hop e box.
Ao vivo não deixam ninguém indiferente quer pelo apelo primário à dança, quer pelo carisma do seu
vocalista e as suas letras surrealistas e provocantes.

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Solar Corona

Por esta altura, tornou-se natural assumir de que a água de Barcelos tem qualquer coisa de especial. O que será, não saberemos ao certo, mas o que tem feito pelo rock deste país é um feito admirável. Os Solar Corona nasceram desse borbulhar criativo de uma cidade que mostra como se escreve rock com linha tortas. Como deve ser. Formados em 2013, em 2016 chegaram a um consenso à formação e assentaram em quarteto, com Rodrigo Carvalho (guitarra / sintetizadores), Peter Carvalho (bateria), José Roberto Gomes (baixo) e Julius Gabriel (saxofone / sintetizadores). Após a edição de três EPs entre 2013 e 2016, os Solar Corona chegaram a “Lightning One”, o primeiro longa-duração, fruto de anos de labor à procura do som que triunfasse nesta formação.

O suor da conquista faz-se logo sentir. “Love Is Calling” abre as hostilidades para um álbum que convive com o renascimento de algumas correntes do rock e absorve o conhecimento de alguns caminhos cósmicos paralelos ao rock progressivo das décadas de 1970 e 1980. Com algum romantismo,“Love Is Calling” vai-se transformando de falsa balada doom metal para um hard rock carregado de maquilhagem que irá servir os tons de “Lightning One”.

Numa só canção, os Solar Corona vestem e despem as roupas de stoner rockers e viabilizam uma autoestrada para o inferno de rock acelerado, cheio de desejos hipnóticos e com toda a razão para se querer muito pop e desejado: como é o caso de “Rebound”, entra de rompante nos ouvidos e escorre como mel numa odisseia que comprime em seis minutos histórias que o rock, noutras décadas, demorava muito mais tempo a contar. Uma galopada progressiva, um crescendo êxtase de hipnose sonora que subitamente desce à terra para fazer valer uma nova subida. “Rebound” cai para se renovar, suave primeiro, depois com o vigor de um saxofone que oferece um tremendo renascimento da canção, uma nova luz, vida, que mostra o instrumento como uma das características mais feéricas deste “Lightning One”: o elemento que tanto abala como embala o rock dos Solar Corona.

Fruto do século XXI, os Solar Corona aprenderam a chamar a atenção no primeiro segundo e prolongar essa sensação de constante alerta durante todo o discurso: uma keynote do Steve Jobs em constante rejubilação eléctrica e luxúria cósmica. “Lightning One” é uma viagem no topo, com as coordenadas certas na mistura, a cargo de José Arantes, masterizado por Chris Hardman e artwork de Serafim Mendes, que transcreve numa imagem a imensidão de estradas psicadélico-trópicas que se fundem nos Solar Corona.

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